5 garotas verdadeiramente estilosas para seguir no Instagram | Parte IV

Às vezes a gente só queria um botão de refresh na vida, para colocar um filtro nas coisas ruins e maldades e só ver mina feliz, né? Como isso ainda não é possível, vem cá que tem uma lista com (mais) 5 garotas para você seguir no Instagram, dessas de causar aquele sorrisinho apaixonado por moda todo dia.

Quem acompanha o blog, sabe que por aqui a gente AMA trazer referências possíveis com gente de verdade. A diversidade é algo que vivemos e, por isso, ela se reflete no Modices sempre. E se inspirar em alguém ~de verdade é muito mais legal e possível. Por isso (e porque sim), nasce aqui mais uma edição da nossa série de garotas estilosas:

interwebs-5garotas

¦¦ @rayneon

Primeiramente: Vamos tirar um momento para amar esses cabelos? Ô criatividade maravilhosa para colorir, menina! A Ray é estudante de moda e bota em prática toda essa paixão fashion compondo looks incríveis – e sempre com uma peça de roupa preta (que a gente ama), dando mais contraste ainda com todo o colorido das madeixas.

¦¦ @aassinadoeu

De cachos deslumbrantes e sempre com óculos bafo – essa é a Vanessa passando pela sua timeline. Com uma mistura de LA-urban-rock vibes, essa linda monta looks mais planos, sem muitas estampas, mas sempre de forma interessante, provocando na gente aquela vontade de dar um ctrl + c, sabe? O mais legal é que são peças possíveis da gente achar por aí e montar do nosso jeitinho.

¦¦ @cruzaretha

Essa mina aqui, prova que uma peça coringa, como a jaqueta jeans, pode compor looks incríveis e diferentes – ótima também para usar amarradinha na cintura, dando aquele charminho que a gente ama. Aretha é musa das cores e das estampas – desde listras até as étnicas. E para quem ama uma décor, o insta dela também ótimo para buscar inspirações de ~vestir a casa, tá? É cada cantinho mais lindo que o outro.

¦¦ @mariaclaralauton

A Maria é jornalista e também tem um dedinho lá nos blogs de moda. Cheia de fotos lindas nesse Instagram, ela é inspiração certa pra quem ama desde uma roupa mais girlie – com rendas, babados e gola peter pan – até pra quem ama composições mais ~moderninhas.

¦¦ @larigouveia

A Lari é daqui do RJ e coleciona – além de looks – fotos de lugares incríveis no Instagram. Sabe aquelas meninas que a gente ama ver o que tá usando porque tem sempre algo ~diferentão? A Lari é mais uma dessas que vale ficar de olho. Apesar do uso de cores mais sóbrias, ela tem sempre uma peça ou um acessório pra elevar a composição – e como não amar?

Essa foi mais uma edição da nossa listinha preferida, e temos um pedido: meninas, se fotografem mais, mostrem pro mundo (e pra gente) esse estilo que é individual e deve sempre ser celebrado. Se você é dessas que post os looks maravilhosos no insta, não esqueçam de marcar o #modicesinspira e deixem nos comentários sugestões de outras minas para as futuras listas. <3

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Estilistas africanas que você precisa conhecer | Parte II

Ontem, mostramos pra vocês cinco das muitas estilistas africanas que estão arrasando pelo mundo inteiro com sua moda de vanguarda. Agora, mostramos mais 5 dessas mulheres que estão fazendo muito barulho e colocando suas raízes na cara desse mundo fashion que acha que a moda se resume ao circuito Nova Iorque – Milão. Os objetivos delas estão diretamente ligados com a disseminação das suas cultura, resgatando sempre a parte linda e criativa da África que muitas vezes fica escondida por aí.

Aisha Ayensu

Com uma mistura entre moderno e tradicional, e com estética contemporânea e ponto de vista bem articulado, foi criada a Christie Brown. Aisha Ayensu, a fundadora da marca, passeia suas coleções entre tendências militares até mangas e saias volumosas, popularizadas nos anos 80. E mesmo experimentando um tanto de referências em suas criações – até nas mais tradicionais – ela consegue misturar elementos que posicionam suas coleções de forma atual, vestindo a mulher africana moderna.

Beatrice Korlekie Newman

Beatrice Korlekie Newman criou a Korlekie, marca semi-homônima que vem do nome do meio dela herdado de seu pai, que é da tribo GA- Adangbe na região leste do Gana. Traduzido ~livremente “Korlekie” significa “rainha das águias”, indicando uma realeza que estava presente em suas coleções. As mesclas técnicas tradicionais de fabricação do Reino Unido com detalhes de beadwork e enfeites colocados à mão, prestam homenagem ao fundo africano de Beatrice. Desde a sua fundação em 2012, Korlekie tem aparecido vestindo celebridades como Rita Ora e Ellie Goulding e tem sido destaque na Vogue e Elle.

Sindiso Khumalo

Nascida em Botswana, a designer Sindiso Khumalo nem sempre trabalhou nas modas. Na verdade, ela estudou arquitetura antes de se mudar para Londres, e foi lá que ela acabou estudando moda em uma das melhores universidades. Ela fundou a marca em 2012 e foi indicada para “Rising Star” prêmio de Elle, nesse mesmo ano. Um ano depois, um de seus vestidos foi premiado com o “objeto mais bonito na África do Sul“. Em 2015, a maravilhosa recebeu o prêmio da Vogue Italia de “Who Is On Next?” em Dubai. Suas influências de arquitetura muitas vezes se refletem em silhuetas limpas e padrões têxteis precisos, compensados por cores mais divertidas e brilhantes.

Lisa Folawiyo

Lisa Folawiyo é uma designer nigeriana e fundou sua marca – agora homônima – em 2005 sob o nome de “Jewel by Lisa.” Ela foi uma das primeiras estilistas africanas a obter o reconhecimento internacional. Embora muitos de seus projetos usem tecidos tradicionais do oeste africano, a capacidade de Lisa para encontrar a intersecção entre a história e o contemporâneo, dá a suas roupas um apelo global e atemporal, que chamou a atenção de varejistas de luxo como Moda Operandi e Selfridges. Em 2012, ela ganhou o African Fashion Awards, e hoje faz parte do The Business of Fashion, uma lista que abrange os nomes dos criativos que moldam a indústria de moda hoje em dia.

Lanre Da Silva Ajayi

Diretamente da Nigéria, Lanre produz roupas de modelagens delicadas com influências dos anos 40 e 50. Ela começou sua carreira com banqueira, mas depois de passar tanto tempo desenhando roupas para a família e para ela mesma, resolveu mudar para design de moda bem a tempo. Desde então, Lanre tem colaborado com VLISCO em campanhas, e também apresentando seus designs na Made in Africa New York Fashion Week.

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Estilistas africanas que você precisa conhecer

Acho que a gente já passou do momento de pensar na África como sinônimo exclusivamente de pobreza, não é mesmo? Também já passamos da fase de achar que um continente inteiro pode ser reduzido à meia dúzia de referências mal contadas ou a apenas uma cultura que a mídia insiste em passar. Existe, nesse continente riquíssimo, uma infinidade de povos com suas próprias histórias, festas e sim, sua moda.

Existe uma nova geração de minas criativas por lá que andam tombando tudo nesse fashion world e que a gente precisa conhecer! São mulheres que compartilham a arte auto-dirigida sobre suas origens e experiências, de um ponto de vista pessoal e autentico, com o objetivo de trazer uma moda multicultural para a indústria que preza pelo famigerado e datado padrão europeu.

Conheça aqui algumas dessas estilistas africanas maravilhosas e fique de olho nas criações:

Loza Maléombho

As roupas da designer estão até em cenas do clipe de Formation, sabiam? O figurino usado faz parte da coleção de primavera/versão de 2016 e foram inspiradas por máscaras tradicionais da região norte da Costa do Marfim. A marca nasceu em 2009, e em 2012 Loza moveu sua produção para onde viveu na infância, na Costa do Marfim. Aliás, a moça nasceu no Brasil e todo seu trabalho envolvem aspectos culturais dos lugares onde teve algum tipo de vivência.

Amaka Osakwe

Michelle Obama, Rihanna e Beyoncé são alguns dos grandes nomes que já vestiram suas peças. Amaka Osakwe é quem deu vida a marca nigeriana Maki Oh. Criada em 2010, foi uma das primeiras marcas nigerianas a ter reconhecimento global. Já em 2012 fez a sua estreia a semana de moda de Nova Iorque foi coberta de elogios por estar usando técnicas manuais na construção de adire – um padrão – em suas criações. O maior diferencial da Amaka, é a forma com que ela constrói os tecidos e a pintura de suas estampas (feitas manualmente) e com ingredientes naturais. Em suas coleções também são inseridos, com frequência, diálogos históricos.

Maddona Kendona-Sowah

Maddona Kendona-Sowah notou que os tecidos do norte de Gana eram negligenciados por outros designers e ela mesma resolveu virar esse jogo. Em 2013, ela fundou a Raffia, uma marca que combinou o seu fundo de investimento econômico com suas aspirações de moda. Hoje em dia, a marca produz coleções que pretendem educar sobre as tradições do leste e norte de Gana. Até mesmo o nome da marca é uma homenagem a infância de Maddona no norte de Gana, onde o clima era muito seco e a fez lembrar da ráfia seca.

Abrima Erwiah

Abrima Erwiah criou, em parceria com a atriz Rosario Dawson, a Studio 189, uma plataforma de moda de alto alcance pensada em cima do conceito de slow fashion e de artesanatos especializados. Embora a sede seja em Gana, a marca busca matéria-prima de todo o continente, incluindo Mali e Nigéria. O coração da Studio 189 é a sustentabilidade, a comunidade e a crença de que a moda pode ser usada para provocar grandes mudanças sociais. Desde que foi fundada, em 2011, vem colaborando com a Vogue, e já lançou uma coleção com objetivo de angariar fundos para o combate da violência contra a mulher.

Emily Okoampah

A designer Emily Okoampah fundou a marca Chemphe Bea em 2010 enquanto estudava em Londres. Suas criações consistem em estampas de cores fortes combinados com seda ou tafetá, criando texturas inesperadas. Emily também aposta em drapeados para criar modelagens que caiam bem em todos os tipos de corpos. Lá no nosso grupinho do facebook, uma leitora chegou a falar sobre o An African City, uma web série onde as peças bafo da marca aparecem na primeira temporada.

Querem saber de mais estilistas africanas? Ainda não acabou! Amanhã tem a segunda parte desse post ♥ Fiquem ligadas

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Curtindo o Rock in Rio Lisboa | Viagem

Vocês não imaginam a animação que a gente ficou quando descobriu que ia rolar Rock in Rio Lisboa no mesmo momento em que estaríamos na cidade. Esse tipo de coincidência enche o coração, né? Não podíamos deixar de ir – afinal, somos fãzaços do festival – e assim fomos curtir a 7a edição do RiR Lisboa ♥

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Por aqui, descobrimos algumas coisas muito legais, a mais legal delas é que os portugueses AMAM o Rock in Rio e tem um super carinho pelo nosso festival. Isso é o máximo já que eles são praticamente a terra dos festivais de música e produzem vários por ano – segundo o Almost Locals, são 174 por ano!

Também descobrimos que toda a infraestrutura vem do Rio mesmo (imagina o trabalho, gente!): o Palco Mundo, a guitarra símbolo, os letreiros, a roda gigante a até área VIP. Mas, mesmo com toda a estrutura importada, o festival tem cara de evento português maravilhosos. O RiR daqui acontece no Parque Bela Vista (bem pertinho do metrô) e fica, como esperado de um festival em Lisboa, numa colina. Esse é o maior charme da cidade e também o charme sem fim do Rock in Rio aqui em Lisboa! Você tem mó visão do show mesmo de longe. É maravilhoso. Pfvr, reproduzam essas colinas na Cidade do Rock carioca

(brinco deuso da Amalis)

(brinco deuso da Amalis)

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Uma outra diferença do RiR Lisboa é o Palco Sunset, que aqui se chama Palco Vodafone (patrocinadora do evento). Enquanto no Rio, a proposta do palco é promover encontros musicais, aqui o Palco Vodafone tem uma pegada mais alternativa e dá espaço para bandas indies se apresentarem (tem inclusive umas bandas brasileiras!).

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Falando em Vodafone, os patrocinadores por aqui são super dedicados a estar presentes em vários momentos do festival com vários ~jabás maravilhosos (pra todo mundo!). A empresa de telefonia dava esse sofá inflável (acompanhou no snap? é modices!) pra ver o show confortável, a Pepsi dava um copão cheio (!) na entrada do festival, uma outra marca dava chapéu para proteger do sol… Fica dica pros patrocinadores do RiR carioca, hein.

Agora, vamos parar um minutinho aqui para falar de comida? Sim, vamos falar de comida. Aqui no RiR Lisboa, alguns dos melhores chefs e restôs da cidade tem stand vendendo comidinhas – e é CADA comida gostosa, que faz a gente ter vontade de chegar cedão só pra poder experimentar o máximo de comida possível. Galera do snap viu o quanto eu pirei! Fica aqui a dica também!

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Como não podia deixar de ser, ficamos de olho nos looks por lá também. ‘Cês sabem que a gente ama o Streetstyle desse tipo de evento, né? Aqui a galera não tá nessas de visual clichê de festival, não. As tendências tão aí: 90s, jardineiras, verde militar, mochilas, camisetas alongadas, mas tudo muito natural, é como as pessoas se vestem nas ruas mesmo. Mais importante que o look trendy pra postar no insta, é o casaco quentinho pra aquecer quando anoitecer: o vento gelado de Lisboa começar a congelar os ossinhos na hora dos shows principais. As bolsas também parecem escolhidas pela funcionalidade, pra caber tudo que precisamos para curtir o festival!

 

ph: @fotovitor 

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