Cultura

O Feminismo da Beyoncé: O significado Girl Power das músicas da diva

Comments (9)
  1. Carla Lemos disse:

    Welcome, Luli! #girlpower

  2. Blog da PX disse:

    Gosto muito da Beyoncé. Agora, para mim o que torna essas cantoras incompletas, como ela e Shakira, é o fato delas sempre estarem sensualizando. Sensualizar é apenas uma das muitas facetas de uma mulher. Gostaria que elas abordassem também outros temas. Que fosse mais democrático o discurso de suas músicas. Gosto mais de Lily Allen e Pink.

    1. luizavilela disse:

      Eu super entendo seu ponto Alice, e amo a atitude (e as letras) da Pink e da Lily. Mas essa não é a proposta da Bey, e acho que ela merecia parar de ser julgada por isso. Pensa quantas meninas não vão ouvir Pretty Hurts e sentir um baita alívio, ou quantas mães que não querem abrir mão de suas vidas profissionais e da sua sensualidade não podem enxergar nela uma igual. A Beyonce sempre vai sensualizar, a proposta dela é essa. Mas acho que ela foi muito generosa e sincera nesse disco, e que ele está cheio de atitude feminista sim.

      1. Blog da PX disse:

        É verdade Luiza. Ela está realmente com atitudes feministas sim. Desde aos hits dela mais antigos como Irreplaceable em que ela levanta a auto-estima de uma mulher num relacionamento amoroso, além da música If I Were a Boy – que ela faz uma crítica e expõe a diferença de comportamento de um homem e de uma mulher e Run the World (Girls), que para mim é um hino do feminismo! Acho sensacional a letra, a batida inovadora da música, a coerografia…

        Ela está cada vez mais migrando de um discurso superficial para um substancial. Ainda temos que ouvir um blá-blá-blá de ostentação gratuita e competição entre mulheres (estilo “beijinho no ombro”) em algumas canções. Contudo, torço que ela diversifique cada vez mais o repertório de suas letras porque o que ela se propõe a fazer beira à perfeição. Além de ter uma performance de palco fora do comum. Antes de tudo, agradeço o espaço cedido pelo blog para debates como esse e parabéns pelo post.

        *Obs.: Gostaria que fizessem um post onde abordassem mulheres fashionistas e poderosas em outras profissões (políticas, professoras, médicas etc).

        =**

  3. Kika Brandão disse:

    Muito amor esse post! Acho que tem outro aspecto muito importante sobre essa guerra diária de ser mulher no século XXI. Nego falou tanto em nossas cabeças que não podemos depender de homem (financeiramente e emocionalmente), e que a mulher precisa conquistar essa independência a qualquer custo, que hoje vejo cada vez mais homens e mulher indo em lados opostos, competindo entre si ao invés de unirem forças. Uma guerra dos sexos onde o homem, muitas vezes, se mostra incomodado com essa nova postura/condição feminina. E muitas mulheres levam o slogan da independência ao pé da letra, esquecendo que tá tudo bem em mostrar as fraquezas e se apoiar no sexo masculino, quando necessário, ou só pq é legal pode contar com alguém.

    1. Kika,
      não vivemos uma guerra de sexos… a mulher foi oprimida desde… hã… sempre!
      Porque é valorizada somente a independência da mulher e ninguém fala sobre a do
      homem? ah deve ser porque o homem sempre foi independente!
      A amizade (apoio, camaradagem, etc) independe do sexo, a mulher feminista não é durona … ela é apenas quer poder ser mulher em paz!

    2. Blog da PX disse:

      Concordo plenamente! Tanto na dependência emocional e financeira de uma mulher para um homem como de um homem para uma mulher há paradigmas a serem vencidos.

  4. Então,
    já tive inúmeras discussões em mesas de bar, na minha família e com
    desconhecidos na rua sobre o feminismo…. acho tão burro quando pensam que
    feminismo é o oposto de machismo! Feminismo, como vc disse Luiza, é a
    igualdade: é a mulher não me preocupar se sera estuprada pq esta usando
    um shorts curto na rua, é a mulher saber que a maternidade não será um
    atenuante excludente numa entrevista de emprego, é eu dar uma oficina mecânica
    de brinquedo para a minha sobrinha e ser super normal! Feminismo não é palavrão
    e não é xingamento, é orgulho e elogio! Eu encho a boca para dizer que eu sou
    feminista, meu namorado é feminista, minha mãe é feminista, convivo com [email protected]
    feministas e acho que o objetivo ainda está longe mas não devemos parar de
    lutar nunca!!!!
    Mas acho que vale ressaltar a crítica de que a Beyonce citou o caso da violência
    doméstica (que infelizmente ocorre), mas ela deveria levantar a bandeira do :
    NÃO É NORMAL MULHER APANHAR DO MARIDO!!!! Ela deveria incorporar o discurso de “mulher,
    você apanhou do namorado? Denuncie o babaca na polícia” ou dizer o número de
    mulheres que morre em decorrência da violência doméstica.

    E por
    fim mas não menos importante, adorei a proposta do texto Carla e Luiza!

    beijos

  5. Jackie disse:

    Luiza simplesmente adorei esse post, também acredito que precisamos ‘desmitificar’ o ‘palavrão’ feminismo. Que venham outras excelentes reflexões sobre o assunto aqui no Modices

    Não vou opinar muito sobre Bey sou fã e pra mim ela é demais :P
    Mas como fã acho que o novo disco é uma afirmação pessoal como ela mesma disse em algumas entrevistas ‘de que ela pode fazer o que quiser, como quiser’ a sensualidade exagerada ela nunca mostrou tanto o corpo enfim…escolhas dela como artista e eu como fã que não vou julgar pois gostei :P

    Bjkas

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